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Video - O Pequeno Buda - Dirigito por Bernardo Bertolucci

sexta-feira 22 de Janeiro de 2010

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O Pequeno Buda

Siddhartha Gautama: Príncipe Sidarta
1993

Um arquiteto recebe a visita de dois monges, que acreditam que o filho dele é a reencarnação de um lendário budista. Inicialmente cético, ele aceita levar o filho até o Butão, para descobrir se ele é mesmo a pessoa que procuram. Dirigido por Bernardo Bertolucci (Os Sonhadores) e com Keanu Reeves e Bridget Fonda no elenco.

Título Original: Little Buddha
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 140 minutos
Ano de Lançamento (Inglaterra / França / Liechtenstein): 1993
Estúdio: Recorded Picture Company / CiBy 2000 / Serprocor Anstalt
Distribuição: Miramax Films
Direção: Bernardo Bertolucci
Roteiro: Rudy Wurlitzer e Mark Peploe, baseado em estória de Bernardo Bertolucci
Produção: Jeremy Thomas
Música: Ryuichi Sakamoto
Fotografia: Vittorio Storaro
Desenho de Produção: James Acheson
Direção de Arte: Gianni Giovagnoni e Steve Simmonds
Figurino: James Acheson
Edição: Pietro Scalia
Efeitos Especiais: The Computer Film Company

Sobre o Filme:

É raro assistir a um filme em que você se sinta envolvido pela história mas também o deixe com um sentimento positivo ao final. "O Pequeno Buda" é um filme agradável, com uma bela fotografia, um roteiro muito bem escrito, e possuiu uma belíssima trilha sonora. Foi dirigido e escrito por Bernardo Bertolucci, ganhador do Oscar de melhor diretor por outro grande filme, "O Último Imperador". Ele entretêm ao mesmo tempo em que apresenta a vida de um dos grandes enviados por Jesus ao nosso planeta para exposição de suas verdades libertadoras.

O filme começa em Butão, um país situado na Cordilheira do Himalaia, onde um certo Lama budista começa a perceber sinais de que seu venerando professor, que havia falecido alguns anos antes, poderia estar reencarnado. Ele parte em busca dos três candidatos, sendo que um deles é um menino de Seattle, nos Estados Unidos. O filme propõe também este paralelo entre as duas culturas - ocidental e oriental - discutindo o ceticismo presente em nosso cotidiano, pela forma na qual se vive "modernamente".

Esta narrativa principal é intercalada por outra história, a vida do Príncipe Sidarta, que vai sendo contada aos poucos pelo Lama ao menino americano. A história é contada de forma simples, em linguagem ao alcance de uma criança, e talvez por isso tenha um atrativo maior, emocionando pela beleza singela das cenas da vida do "Iluminado". A transformação de Sidarta em Buda, sob uma grande árvore, contém simbolismos que poderiam, por exemplo, ser analisados à luz do espiritismo sem prejuízo algum.

A compaixão de Sidarta pelo sofrimento alheio, causa que move sua busca pela Verdade, é uma das grandes forças apresentadas pelo filme. Os ideais transcendentes apresentados são o principal destaque para o espectador atento. Vê-se que o intento de superar as impermanências da vida é tão antigo quanto culturalmente abrangente, considerando que a meta a que todos almejamos é a conquista dos valores eternos e essenciais.

Marcelo J. de Sousa

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