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Confúcio e sua Escola

quinta-feira 19 de Dezembro de 2013, por Buddhachannel Portugal

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Confúcio (551- 479 a.C.) é a forma latina de Kongfuzi, que quer dizer Mestre Kong. Nasceu no estado de Lu em 551 a.C. Seu pai morreu quando tinha três anos, sendo educado pela mãe. Casou-se com 28 anos e no ano seguinte teve um filho Kong Li (522-482 a.C.). Depois de ocupar pequenos postos no ramo de administração de cereais, dedicou-se ao ensino, sendo o primeiro professor na história da China.


Visitou a antiga capital dos Zhou, Luo Yang, onde se informou sobre os ritos. Ao regressar, tornou-se magistrado em seu estado de Lu. Seu sucesso foi grande, de modo a ser promovido a Ministro da Justiça; tinha então 55 anos. Em 495 a.C. abandonou seu posto, desgostoso com a politicagem e jogo de interesses entre os Estados. Desde esta época, perambulou nos 14 últimos anos de sua vida, de Estado a Estado, oferecendo seus serviços aos governantes que quisessem consultá-lo. Aos 68 anos, deixou de lado suas aspirações políticas e retornou ao Estado de Lu. Nos últimos anos de vida, além do ensino, dedicou-se a editar os clássicos. Esse trabalho editorial resultou na transmissão da tradição chinesa que chega até nossos dias e fautora da unidade cultural chinesa. Neste empreendimento foram coligidos seis livros sagrados, os Seis Jing e juntamente com os quatro livros da própria Escola de Confúcio, constituem os Escritos Confucianos.


Os Seis Jing são:

1. Shi Jing, o livro dos Cânticos. Coleção de 315 hinos e cantos selecionados da Antigüidade.

2. Li Ji, o livro dos Ritos. Registro dos sistemas de governo das instituições morais e religiosas da Dinastia Zhou.

3. Shu Jing ou Shang Shu, o livro dos Documentos ou Escrituras Seletas. Coletânea de documentos históricos e registros da Antigüidade

4. Chun Qiu, Anais Primavera-Outono. Registro dos eventos desde 722 a.C. do Estado de Lu.

5. Yi Jing, o livro das Mutações. Estudo dos eventos humano-cósmicos, articulados em 64 processos, representados por hexagramas.

6. Yue Jing, o livro da Música. Inteiramente perdido.

Os Quatro Livros:

1. Lun Yu, os Analetos de Confúcio - Complicação dos ditos de Confúcio.

2. Da Xue, o Grande Estudo.

3. Zhong Yong, a Harmonia Perfeita.

4. O Livro de Mêncio. Mêncio (372-289 a.C.) foi considerado o segundo Mestre, depois de Confúcio.


É preciso dizer que os Seis Jing são considerados propriamente sagrados. Jing é livro sagrado, os quatro livros como "comentários ortodoxos" da tradição. É um erro grave reduzir a tradição confuciana aos quatro livros(29).


Assim o novo confucionismo(30), a partir de um único trecho (e ainda mal interpretado...), procura mostrar que o confucionismo não é religioso(31): "Ji Lu perguntou sobre o culto dos mortos. Disse-lhe o Mestre: "Quem não sabe servir os vivos, como há de saber servir os mortos?". "E que me dizeis sobre a morte?". Respondeu Confúcio: "Se não sabeis o que é a vida, como haveis de saber o que é a morte?"".(Lun Yu, XI, 12)

Mas mesmo no caso de Confúcio ter sido ateu, o único que se poderia dizer é que ele não estaria de acordo com a própria tradição que ele consagrou.


Fonte : www.hottopos.com




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