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Conversações de Confúcio — Capítulo 7

terça-feira 14 de Setembro de 2010, por Nanny Obame

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Capítulo 7

7.1 O Mestre disse: "Eu transmito, não invento nada. Confio no passado e o amo. Nisso, ouso comparar-me ao nosso venerável Peng".
 
7.2 O Mestre disse: "Armazenar conhecimento em silêncio, permanecer para sempre faminto de aprendizagem, ensinar os outros sem se cansar - tudo isso é natural para mim".
 
7.3 O Mestre disse: "Fracassar no cultivo do poder moral, fracassar na exploração do que aprendi, ser incapaz de defender o que sei ser o correto, ser incapaz de reformar o que não é bom - são estas as minhas preocupações".
 
7.4 Em casa, o Mestre era sereno e alegre.
 
7.5 O Mestre disse: "Estou ficando assombrosamente velho. Passou-se muito tempo desde que vi o duque de Zhou em sonhos pela última vez".
 
7.6 O Mestre disse: "Coloca teu coração no Caminho; confia no poder moral: persegue a bondade; desfruta das artes".
 
7.7 O Mestre disse: "Nunca neguei meus ensinamentos a quem quer que os buscasse, mesmo que fosse alguém pobre demais para oferecer mais do que um presente simbólico por sua instrução".
 
7.8 O Mestre disse: "Esclareço apenas os entusiastas: oriento apenas os fervorosos. Depois de eu ter levantado um lado de uma questão, se o estudante não conseguir descobrir as outras três, não repito".
 
7.9 Quando o Mestre comia perto de alguém enlutado, ele nunca se saciava plenamente.
 
7.10 Num dia em que tivesse chorado, o Mestre nunca cantava.
 
7.11 O Mestre disse a Yan Hui: "Aparecer quando necessário e esconder-se quando dispensável - somente tu e eu conseguimos fazer isso".
 
Zilu disse: "Se tivésseis o comando das Três Armas, quem tomaríeis como vosso lugar-tenente?" O Mestre disse: "Para meu lugar-tenente, não escolheria um homem que luta com tigres ou que atravessa os rios a nado sem temer a morte. Ele deveria estar cheio de apreensão antes de entrar em ação e sempre preferir uma vitória alcançada por meio da estratégia".
 
7.12 O Mestre disse: "Se buscar a riqueza fosse um objetivo decente, também eu a buscaria, mesmo que tivesse de trabalhar como zelador. Como as coisas são, prefiro seguir minhas inclinações".
 
7.13 Temas que o Mestre abordava com circunspecção: jejum; guerra; doença.
 
7.14 Quando o Mestre estava em Qi, ele ouviu o Hino da Coroação de Shun. Por três meses, esqueceu o gosto da carne. Ele disse: "Nunca imaginei que a música pudesse atingir esse ponto".
 
7.15 Ran Qiu disse: "Nosso Mestre apoia o duque de Wei?" Zigong disse: "Bem, vou perguntar-lhe". Zigong entrou e perguntou a Confúcio: "Que tipo de pessoas eram Boyi e Shuqi?" - "Eram velhos homens virtuosos". - "Eles se queixavam?" - "Eles buscaram a bondade, eles conseguiram a bondade. Por que deveriam queixar-se?"
 
Zigong saiu e disse a Ran Qiu: "Nosso Mestre não apoia o duque de Wei".
 
7.16 O Mestre disse: "Mesmo que tenhas apenas grãos ordinários como alimento, água para beber e teu braço dobrado como travesseiro, ainda podes ser feliz. Riquezas e honrarias sem justiça são para mim como nuvens passageiras".
 
7.17 O Mestre disse: "Que me sejam dados alguns anos mais; se eu puder estudar as Mutações até os cinqüenta, estarei livre de cometer grandes erros".
 
7.18 Ocasiões em que o Mestre não utilizava o dialeto: ao recitar os Poemas e os Documentos e ao realizar cerimônias. Em todas essas ocasiões, ele utilizava a pronúncia correta.
 
7.19 O governante de She perguntou a Zilu sobre Confúcio. Zilu não respondeu. O Mestre disse: "Por que não disseste: ’Ele é o tipo de homem que, em seu entusiasmo, se esquece de comer, em sua alegria se esquece de se preocupar, e que ignora a aproximação da velhice?’ "
 
7.20 O Mestre disse: "Quanto a mim, não sou dotado de um conhecimento inato. Sou simplesmente um homem que ama o passado e que é diligente em investigá-lo".
 
7.21 O Mestre nunca falava de: milagres; violência; desordens; espíritos.
 
7.22 O Mestre disse: "Coloca-me na companhia de duas pessoas escolhidas ao acaso - elas invariavelmente terão algo para me ensinar. Poderei tomar suas qualidades por modelo e seus defeitos como alerta".
 
7.23 O Mestre disse: "O Céu revestiu-me de poder moral. O que tenho a temer de Huan Tui?"
 
7.24 O Mestre disse a seus discípulos: "Amigos, achais que estou escondendo alguma coisa de vós? Não escondo nada. Tudo o que faço compartilho convosco. É assim que sou".
 
7.25 O Mestre fazia uso de quatro pontos em seu ensino: literatura; realidades da vida; lealdade; boa- fé.
 
7.26 O Mestre disse: "Um santo, não posso ter esperança de encontrar. Ficaria feliz se pudesse ao menos encontrar um cavalheiro".
 
O Mestre disse: "Um homem perfeito, não posso ter esperança de encontrar Ficaria feliz se pudesse ao menos encontrar um homem de princípios. Quando o Nada passa por ser Algo, o Vazio passa por ser Plenitude e a Penúria passa por ser Prosperidade, é difícil ter princípios".
 
7.27 O Mestre pescava com anzol, não com rede. Na caça, nunca atirava num pássaro empoleirado.
 
7.28 O Mestre disse: "Talvez existam pessoas que consigam agir sem conhecimento, mas não sou uma delas. Ouvir muito, selecionar o melhor e segui-lo; ver muito e manter um registro disso: esse ainda é o melhor substituto para o conhecimento inato".
 
7.29 O povo de Huxiang era surdo a todo ensinamento, mas um menino veio visitar o Mestre. Os discípulos estavam perplexos. O Mestre disse: "Aprovar sua visita não significa aprovar as outras coisas que ele faz. Por que ser tão meticuloso? Quando um homem se limpa antes de uma visita, apreciamos sua limpeza, não endossamos seu passado ou seu futuro".
 
7.30 O Mestre disse: "A bondade encontra-se fora de alcance? Enquanto eu ansiar por bondade, a bondade estará à mão".
 
7.31 Chen Sibai perguntou: "O seu duque Zhao conhece o ritual?" Confúcio disse: "Ele conhece o ritual".
 
Confúcio retirou-se. Chen, inclinando-se para Wuma Qi, convidou-o a se adiantar e disse: "Ouvi dizer que um cavalheiro nunca é parcial. Contudo, seu Mestre não é deveras parcial? O duque escolheu uma esposa de Wu; mas, como ela pertencia ao seu próprio clã, ele mudou-lhe o nome. Se isso é conhecer o ritual, então quem não conhece o ritual?"
 
Wuma Qi contou isso a Confúcio. O Mestre disse: "Sou realmente um homem de sorte: toda vez que cometo um erro, há sempre alguém para percebê-lo".
 
7.32. Quando o Mestre estava cantando acompanhado, se alguém cantasse uma peça de que gostava, ele sempre lhe pedia para repeti-la e depois cantava junto.
 
7.33. O Mestre disse: "Meu zelo é tão forte quanto o de qualquer pessoa; mas ainda não consegui viver de maneira nobre".
 
7.34 O Mestre disse: "Não reivindico a sabedoria ou a perfeição humana - como ousaria? Contudo, meu objetivo permanece imutável e nunca me canso de ensinar as pessoas". Gongxi Chi disse: "Isso é precisamente o que nós, discípulos, não conseguimos emular".
 
7.35 O Mestre estava gravemente doente. Zilu pediu licença para rezar. O Mestre disse: "Existe tal prática?" Zilu disse: "Oh sim, e a invocação é a seguinte: ’Rogamos a vós, Espíritos de cima e Espíritos de baixo’ ". O Mestre disse: "Nesse caso, já venho rezando há muito tempo".
 
7.36 O Mestre disse: "A opulência pode levar à arrogância; a frugalidade pode levar à parcimônia. Sê antes parcimonioso que arrogante".
 
7.37 O Mestre disse: "Um cavalheiro é condescendente e livre; um homem vulgar é sempre tenso e desassossegado".
 
7.38 O Mestre era afável, embora fosse sério; ele tinha autoridade sem ser autoritário; era digno mas facilmente acessível.

Fonte : www.chines-classico.blogspot.com

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