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Conversações de Confúcio — Capítulo 5 e Capítulo 6

terça-feira 14 de Setembro de 2010, por Nanny Obame

Langues :


Capítulo 5

5.1 O Mestre disse a respeito de Gongye Chang: "Ele daria um bom marido. Embora tenha estado encarcerado, ele era inocente". E lhe deu sua filha em casamento.
 
5.2 O Mestre disse a respeito de Nan Rong: "Num país onde prevalece o Caminho, ele não passará despercebido. Num país sem o Caminho, ele saberá se preservar". E lhe deu sua sobrinha em casamento.
 
5.3 O Mestre disse a respeito de Zijian: "Este é um verdadeiro cavalheiro! Se de fato não houvesse cavalheiros em Lu, onde ele teria adquirido suas qualidades?"
 
5.4 Zigong perguntou: "O que pensais a meu respeito?" O Mestre disse: "És um pote". - "Que tipo de pote?" - "Um precioso vaso ritual".
 
5.5 Alguém disse: "Ran Yong é bom mas não é eloqüente". O Mestre disse: "De que serve a eloqüência? Uma língua ágil cria muitos inimigos. Não sei se Ran Yong é bom, mas ele certamente não necessita da eloqüência".
 
5.6 O Mestre recomendou Qidiao Kai para um cargo oficial, mas o outro respondeu: "Ainda não estou pronto para a tarefa". O Mestre ficou contente.
 
5.7 O Mestre disse: "O Caminho não prevalece. Pegarei uma jangada e me lançarei ao mar. Tenho certeza de que Zilu me acompanhará". Ao ouvir isso, Zilu encheu-se de alegria. O Mestre disse: "Zilu é mais audacioso do que eu. Todavia, onde conseguiremos as toras para a nossa embarcação?"
 
5.8 O senhor Meng Wu perguntou ao Mestre se Zilu era bom. O Mestre disse: "Não sei". Perguntou novamente e o Mestre disse: "No governo de um país de tamanho médio, poderiam confiar-lhe o ministério da defesa. Mas não sei se ele é bom".
 
"E quanto a Ran Qiu?" O Mestre disse: "Ran Qiu? Ele poderia ser o prefeito de uma cidade pequena ou o administrador de uma grande propriedade. Mas não sei se ele é bom".
 
"E quanto a Gongxi Chi?" O Mestre disse: "Gongxi Chi, cingido de sua faixa, poderia permanecer na corte e entreter os convidados ilustres. Mas não sei se ele é bom".
 
5.9 O Mestre perguntou a Zigong: "Quem é melhor, Yan Hui ou tu?" - "Como poderia eu me comparar a Yan Hui? De uma coisa que aprende, ele deduz dez; de uma coisa que eu aprendo, só deduzo duas". O Mestre disse: "De fato, não és igual a ele; e eu tampouco".
 
5.10 Zai Yu estava dormindo durante o dia. O Mestre disse: "Madeira estragada não pode ser entalhada; paredes de esterco não podem ser rebocadas. De que serve admoestá-lo?"
 
O Mestre disse: "Houve um tempo em que eu ouvia o que as pessoas diziam e acreditava que elas iriam agir em conformidade, mas agora ouço o que dizem e observo o que fazem. Foi Zai Yu quem me fez mudar".
 
5.11 O Mestre disse: "Jamais vi um homem que fosse realmente constante". Alguém respondeu: "Shen Cheng?" O Mestre disse: "Shen Cheng é dirigido por seus desejos. Como poderia ele ser considerado constante?"
 
5.12 Zigong disse: "Não quero fazer aos outros o que não quero que me façam". O Mestre disse: "Oh, ainda não chegaste tão longe!"
 
5.13 Zigong disse: "As opiniões de nosso Mestre sobre cultura podem ser compiladas, mas não é possível escutar suas opiniões sobre a natureza das coisas e sobre o Caminho para o Céu".
 
3.14 Quando Zilu aprendia uma coisa, seu único receio era vir a aprender outra antes de ter a oportunidade de praticar a primeira.
 
5.15 Zigong perguntou: "Por que Kong, o Civilizado, era chamado de "Civilizado"? O Mestre disse: "Porque tinha uma mente ágil, gostava de aprender e não tinha vergonha de pedir esclarecimentos aos seus inferiores".
 
5.16 O Mestre disse a respeito de Zichan: "Ele seguiu o Caminho de um cavalheiro em quatro aspectos: na sua conduta privada era digno; a serviço de seu superior era respeitoso; ao prover o povo era generoso; ao empregar o povo era justo".
 
5.17 O Mestre disse: "Yan Ying conhecia a arte do trato social: com ele, um relacionamento de longa data nunca se convertia em familiaridade".
 
5.18 O Mestre disse: "Zang Sunchen construiu uma casa para sua tartaruga, com pilares em forma de montanhas e caibros decorados com plantas aquáticas. Terá ele perdido o juízo?"
 
5.19 Zizhang perguntou: "Três vezes Ziwen foi nomeado primeiro-ministro, mas ele nunca demonstrou nenhum júbilo. Três vezes ele foi demitido, mas ele nunca demonstrou nenhum desapontamento. A cada vez, ele zelosamente informou seu sucessor sobre os assuntos de sua pasta. O que pensais a respeito?" O Mestre disse: "Ele era leal". Zizhang disse: "Ele era bom?" O Mestre disse: "Não sei; não vejo por que deveríamos considerá-lo bom".
 
"Quando Cui Zhu matou o soberano de Qi, Chen Xuwu, que possuía um grande território, abandonou suas propriedades e partiu de Qi. Tendo se estabelecido em outro país, ele disse: ’Eles não são melhores do que Cui Zhu’, e partiu. Tendo se estabelecido ainda em outro país, ele disse uma vez mais: ’Eles não são melhores do que Cui Zhu’, e novamente partiu. O que pensais a respeito?"
 
O Mestre disse: "Ele era puro". Zizhang disse: "Ele era bom?" O Mestre disse: "Não sei. Não vejo por que deveríamos considerá-lo bom".
 
5.20 O senhor Ji Wen sempre pensava três vezes antes de agir. Ao saber disso, o Mestre disse: "Duas vezes já é suficiente".
 
5.21 O Mestre disse: "Quando o Caminho prevalecia no país, o senhor Ning Wu era inteligente. Quando o país se afastou do Caminho, o senhor Ning Wu tornou-se estúpido. Sua inteligência pode ser igualada; sua estupidez é sem-par".
 
5.22 O Mestre estava em Chen. Ele disse: "Voltemos para casa, voltemos para casa! Nossos jovens estão cheios de ímpeto, têm talentos brilhantes, mas ainda não sabem como usá-los".
 
5.23 O Mestre disse: "Boyi e Shuqi nunca se lembravam de velhos agravos e raramente provocavam ressentimentos".
 
5.24 O Mestre disse: "Quem disse que Weisheng Gao era correto? Quando alguém lhe pediu vinagre, ele foi esmolá-lo na porta vizinha e ofereceu-o como se fosse seu".
 
5.25 O Mestre disse: "Fala solta, afetação e subserviência - Zuoqiu Ming desprezava tudo isso e eu também desprezo. Ser amigo de um homem de quem nos ressentimos em segredo - Zuoqiu Ming desprezava isso, e eu também desprezo".
 
5.26 Yan Hui e Zilu estavam presentes. O Mestre disse: "Que tal me contardes vossos desejos secretos?"
 
Zilu disse: "Desejo compartilhar minhas carruagens, cavalos, roupas e peles com meus amigos sem ficar zangado se eles os estragarem".
 
Yan Hui disse: "Desejo nunca me gabar de minhas boas qualidades ou chamar a atenção para minhas boas realizações".
 
Zilu disse: "Poderíamos perguntar quais são os desejos secretos de nosso Mestre?"
 
O Mestre disse: "Desejo que os velhos possam desfrutar de paz, os amigos possam desfrutar de confiança e os jovens possam desfrutar de afeto".
 
5.27 O Mestre disse: "Ai de mim, nunca vi um homem capaz de reconhecer suas próprias faltas e expô-las ao tribunal de seu coração".
 
5.28 O Mestre disse: "Numa aldeia de dez casas, decerto encontrarás pessoas tão leais e confiáveis quanto eu, mas não encontrarás um homem que goste tanto quanto eu de aprender".

Capítulo 6

6.1 O Mestre disse: "Ran Yong tem dentro de si as qualidades essenciais de um príncipe".
 
6.2 Ran Yong perguntou sobre Zisang Bosi. O Mestre disse: "Seus modos condescendentes são bastante corretos". Ran Yong disse: "Ser exigente consigo mesmo mas condescendente com o povo é aceitável. Ser condescendente consigo mesmo e condescendente com o povo seria frouxidão demais. Estou certo?" O Mestre disse: "Estás certo".
 
6.3 O duque Ai perguntou: "Qual dos discípulos tem amor pela aprendizagem?" Confúcio respondeu: "Havia Yan Hui que amava aprender; ele nunca descarregava suas frustrações sobre os outros; nunca cometia o mesmo erro duas vezes. Infelizmente, o tempo de vida que lhe coube foi curto: ele está morto. Agora, de todos os que conheço, não há nenhum com tanto amor pela aprendizagem".
 
6.4 Gongxi Chi foi enviado em missão a Qi. O mestre Ran Qiu requisitou uma bonificação em grãos para a mãe de Gongxi. O Mestre disse: "Dá-lhe um pote cheio". Ran Qiu pediu mais. O Mestre disse: "Dá-lhe uma medida". O mestre Ran Qiu deu-lhe cem vezes mais. O Mestre disse: "Gongxi Chi está viajando para Qi com magníficos cavalos e peles finas. Sempre ouvi dizer que um cavalheiro socorre os necessitados e não torna os ricos ainda mais ricos".
 
6.5 Yuan Xian tornou-se o camareiro de Confúcio e ofereceram-lhe uma bonificação de novecentas medidas de grãos, mas ele declinou. O Mestre disse: "Não faças isso! Podes dá-lo ao povo de teu vilarejo".
 
6.6 O Mestre disse a respeito de Ran Yong: "Alguns poderiam hesitar ao escolher para o sacrifício a cria de um boi carreiro; contudo, se um jovem touro tem bons chifres e o couro marrom avermelhado, os espíritos das Montanhas e dos Rios iriam rejeitá-lo?"
 
6.7 O Mestre disse: "Ah! Yan Hui poderia dedicar sua mente à bondade durante três meses sem interrupção, ao passo que os outros só o conseguem vez por outra".
 
6.8 O senhor Ji Kang perguntou: "Zilu poderia ser feito ministro?" O Mestre disse: "Zilu é resoluto; por que não o fazer ministro?"
 
O outro perguntou novamente: "Zigong poderia ser feito ministro?" - "Zigong é sagaz; por que não o fazer ministro?"
 
O outro perguntou ainda: "Ran Qiu poderia ser feito ministro?" - "Ran Qiu é talentoso; por que não o fazer ministro?"
 
6.9 O chefe da família Ji convidou Min Ziqian para gerir sua propriedade em Bi. Min Ziqian respondeu ao mensageiro: "Transmite gentilmente minhas recusas. Contudo, se uma nova oferta fosse feita, eu teria de me retirar para a outra margem do rio Wen".
 
6.10 Bonju estava doente. O Mestre foi pedir notícias dele. Segurando a mão de Bonju através da janela, ele disse: "Perdemo-lo. É o destino, ai de mim! Que um homem desses tivesse de ter uma doença dessas, que um homem desses tivesse de ter uma doença dessas!"
 
6.11 O Mestre disse: "Que pessoa admirável era Yan Hui! Um punhado de arroz para comer, uma cuia de água para beber, uma choupana para se abrigar; ninguém suportaria tanta miséria, mas a alegria de Yan Hui não se alterava. Que pessoa admirável era Yan Hui!"
 
6.12 Ran Qiu disse: "Não é que eu não goste do caminho do Mestre, mas não tenho a força para segui-lo". O Mestre disse: "Quem não tem a força pode sempre desistir no meio do caminho. Mas tu desistes antes de começar".
 
6.13 O Mestre disse a Zixia: "Sê um homem culto nobre, não um pedante vulgar".
 
6.14 Ziyou era governador de Wucheng. O Mestre disse: "Tens lá o tipo de gente adequada?" - "Há um certo Tantai Mieming: ele não faz uso de expedientes; nunca veio à minha casa, exceto para assuntos oficiais".
 
6.15 O Mestre disse: "Meng Zhifan não era um fanfarrão. Na estrada, ele ficava atrás para cobrir a retaguarda. Era apenas ao atingir a porta da cidade que ele esporeava seu cavalo e dizia: "Não foi a coragem que me manteve na traseira, mas a lentidão de meu cavalo".
 
6.16 O Mestre disse: "Para sobreviver numa época como a nossa, não basta ter a beleza do príncipe Zhao de Song. Necessita-se também da língua ágil do Sacerdote Tuo".
 
6.17 O Mestre disse: "Quem sairia de uma casa sem usar a porta? Por que as pessoas insistem em andar fora do Caminho?"
 
6.18 O Mestre disse: "Quando a natureza prevalece sobre a cultura, obténs um selvagem; quando a cultura prevalece sobre a natureza, obténs um pedante. Quando natureza e cultura estão em equilíbrio, obténs um cavalheiro".
 
6.19 O Mestre disse: "Um homem sobrevive graças à sua integridade. Se ele sobrevive sem isso, é pura sorte".
 
6.20 O Mestre disse: Conhecer alguma coisa não é tão bom quanto amá-la; amar alguma coisa não é tão bom quanto regozijar-se nela".
 
6.21 O Mestre disse: "Podes explicar coisas superiores a pessoas médias; não podes explicar coisas superiores a pessoas inferiores".
 
6.22 Fan Chi perguntou sobre sabedoria. O Mestre disse: "Garante os direitos do povo; respeita espíritos e deuses, mas mantendo-os a distância - isso, na verdade, é sabedoria".
 
Fan Chi perguntou sobre bondade. O Mestre disse: "As tentativas de um homem bom geram frutos - isso, na verdade, é bondade".
 
6.23 O Mestre disse: "Os sábios encontram alegria na água, os bons encontram alegria nas montanhas. Os sábios são ativos, os bons são tranqüilos. Os sábios são alegres, os bons vivem por muitos anos".
 
6.24 O Mestre disse: "Com uma reforma, o país de Qi poderia atingir o nível de Lu; com uma reforma, Lu poderia atingir o Caminho".
 
6.25 O Mestre disse: "Um vaso quadrado que não é quadrado - vaso quadrado, deveras!"
 
6.26 Zai Yu perguntou: "Se disséssemos a um homem bom que a bondade encontra-se no fundo do poço, deveria ele pular para juntar-se a ela?" O Mestre disse: "Por que deveria? Um cavalheiro pode ser mal informado, não pode deixar-se seduzir: ele pode ser enganado, não pode deixar-se desencaminhar".
 
6.27 O Mestre disse: "Um cavalheiro amplia sua aprendizagem por meio da literatura e se refreia pelo ritual; por isso, é improvável que cometa erros".
 
6.28 O Mestre foi ver Nanzi, a concubina do duque Ling. Zilu não gostou. O Mestre jurou: "Se fiz algo de errado, que o Céu me condene! Que o Céu me condene!"
 
6.29 O Mestre disse: "O poder moral do Caminho do Meio é supremo, e contudo já há muito tempo ele não é encontrado comumente entre o povo".
 
6.30 Zigong disse: "O que diríeis de um homem que cumula o povo de bênçãos e que poderia salvar a multidão? Poderia ele ser considerado bom?" O Mestre disse: "O que tem isso a ver com bondade? Ele seria um santo! Até mesmo Yao e Shun revelar-se-iam deficientes a esse respeito. Quanto ao homem bom: o que deseja alcançar para si ele ajuda os outros a alcançar; o que deseja obter para si ele possibilita que os outros obtenham - a habilidade de simplesmente tomar as próprias aspirações como guia é a receita da bondade".

Fonte : www.chines-classico.blogspot.com

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