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Conversações de Confúcio — Capítulo 3 e Capítulo 4

terça-feira 14 de Setembro de 2010, por Nanny Obame

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Capítulo 3

3.1 O chefe da família Ji usava oito fileiras de dançarinos nas cerimônias de seu templo ancestral. Confúcio comentou: "Se ele é capaz disso, do que não será capaz?"



3.2 As Três Famílias apresentavam o poema Yong no final de seus sacrifícios ancestrais. O Mestre disse: "Este poema diz:
 

Os senhores feudais estão presentes,

O Filho do Céu está sentado em seu trono.

Que aplicação isso pode ter nos salões das Três Famílias?"



3.3 O Mestre disse: "Se um homem não tem humanidade, o que ele pode ter a ver com o ritual? Se um homem não tem humanidade, o que ele pode ter a ver com a música?"



3.4 Lin Fang perguntou: "Qual o fundamento do ritual?" O Mestre disse: "Boa pergunta! Nos rituais, prefere a simplicidade à prodigalidade; em funerais, prefere o pesar à formalidade".



3.5 O Mestre disse: "Os bárbaros que têm dirigentes são inferiores às várias nações da China que não os têm".



3.6 O chefe da família Ji estava planejando uma peregrinação real ao monte Tai. O Mestre disse a Ran Qiu: "Não podes impedir isso?" Ran Qiu respondeu: "Não posso". O Mestre disse: "Ai de mim! Quem disse que o Espírito do monte Tai tem menos conhecimento ritual que Lin Fang?"



3.7 O Mestre disse: "Um cavalheiro evita competições. Mas, se for preciso competir, que seja no tiro de arco. Então, se ele se inclinar e trocar gentilezas antes da disputa e durante as comemorações que se seguem, continuará sendo um cavalheiro mesmo numa competição".



3.8 Zixia perguntou: "O que significam estes versos:

Oh, as covinhas do sorriso dela!
 

Ah, o preto e branco de seus lindos olhos!
 

É sobre a seda puramente branca que as cores brilham".


O Mestre disse: "A pintura se inicia na seda puramente branca". Zixia disse: "O ritual é algo que vem posteriormente?" O Mestre disse: "Ah, realmente abriste meus olhos! É apenas com um homem como tu que se podem discutir os Poemas".



3.9 O Mestre disse: "Posso falar sobre o ritual Xia? Seu herdeiro, o país de Qi, não preservou suficientes evidências. Posso falar sobre o ritual Yin? Seu herdeiro, o país de Song, não preservou suficientes evidências. Não existem registros suficientes e tampouco homens sábios suficientes; caso contrário, eu poderia obter evidências a partir deles".



3.10 O Mestre disse: "No sacrifício do Ancestral da Dinastia, depois de realizada a primeira libação, não desejo assistir ao resto".



3.11 Alguém pediu a Confúcio para explicar o significado do sacrifício do Ancestral da Dinastia. O Mestre disse: "Eu não sei. Quem soubesse isso poderia dominar o mundo como se o tivesse na palma da mão". E ele colocou o dedo na palma da mão.



3.12 Sacrifício implica presença. Dever-se-iam fazer sacrifícios aos deuses como se eles estivessem presentes. O Mestre disse: "Se eu não faço o sacrifício com todo o meu coração, não deveria fazer sacrifícios".



3.13 Wangsun Jia perguntou: "O que significa este ditado: ’Homenageia o deus da cozinha mais do que o deus da casa’?" O Mestre disse: "Tolice. Se ofendes o Céu, qualquer prece é inútil".



3.14 O Mestre disse: "A dinastia Zhou modelou-se pelas duas dinastias precedentes. Que esplêndida civilização! Sou um seguidor de Zhou".



3.15 O Mestre visitou o grande templo do Fundador da Dinastia. Ele indagou sobre tudo. Alguém disse: "Quem disse que esse sujeito era um especialista em rituais? Ao visitar o grande templo, teve de indagar sobre tudo". Ao escutá-lo, o Mestre disse: "Precisamente, é esse o ritual".



3.16 O Mestre disse: "No tiro de arco, não interessa perfurar o alvo, pois os arqueiros podem ter força desigual. Tal era a concepção dos antigos".



3.17 Zigong desejava eliminar o sacrifício de um carneiro na Cerimônia da Lua Nova. O Mestre disse: "Amas o carneiro, eu amo a cerimônia".



3.18 O Mestre disse: "Quando um homem serve ao seu senhor com completa observância do ritual, o povo pensa que ele é um adulador".



3.19 O duque Ding perguntou: "Como um dirigente deveria tratar seu ministro? Como um ministro deveria servir ao seu dirigente?" Confúcio respondeu: "Um dirigente deveria tratar seu ministro com cortesia, um ministro deveria servir ao seu dirigente com lealdade".



3.20 O Mestre disse: "O Poema ’As Águias pescadoras’ é alegre sem lascívia e triste sem amargura".



3.21 O duque Ai perguntou a Zai Yu qual madeira deveria ser usada para o totem local. Zai Yu respondeu: "Os homens de Xia usavam pinho; os homens de Yin usavam cipreste; os homens de Zhou usavam batalha, pois (eles diziam) o povo deveria batalhar".


O Mestre ouviu e disse: "O que está feito está feito, é tudo passado; de nada adiantaria discutir".



3.22 O Mestre disse: "Guan Zhong tinha de fato poucos méritos!" Alguém objetou: "Guan Zhong não era um homem frugal?" Ele respondeu: "Guan Zhong tinha três palácios, cada um deles em pleno funcionamento. Como poderia ser considerado frugal?" - "Mas ele não conhecia o ritual?" - "Só o dirigente de um estado pode colocar um anteparo em seu pórtico; mas Guan Zhong também colocou um anteparo em seu pórtico. Somente o dirigente de um estado, ao se encontrar com outro dirigente, pode usar um pedestal especial para descansar sua taça, mas Guan Zhong também usava um desses pedestais. Se consideras que Guan Zhong conhecia o ritual, então, quem não conhece o ritual?"



3.23 O Mestre conversava sobre música com o mestre de música de Lu. Ele disse: "O que podemos saber sobre música é apenas isto: primeiro, há um trecho de abertura com todos os instrumentos em uníssono; a partir dai ela flui harmoniosa, clara e continuamente; então termina".



3.24 O oficial responsável pela fronteira em Yi pediu uma entrevista com Confúcio. Ele disse: "Toda vez que um cavalheiro chega a este lugar, peço para vê-lo". Os discípulos conseguiram uma entrevista. Quando esta terminou o oficial lhes disse: "Senhores, não se preocupem com a demissão dele. O mundo está sem o Caminho já há muito tempo. O Céu irá servir-se de seu mestre para tocar o sinal de alarme".



3.25 Do Hino da Coroação Pacifica, o Mestre disse que ele era totalmente belo e totalmente bom. Do Hino da Conquista Militar, disse que era totalmente belo, mas não totalmente bom.



3.26 O Mestre disse: "Autoridade sem generosidade, cerimônia sem reverência, luto sem dor - isso eu não suporto contemplar".

Capítulo 4

4.1 O Mestre disse: "É belo viver cercado de humanidade. Escolher um local de moradia destituído de humanidade é muito pouco sábio".



4.2 O Mestre disse: "Um homem sem humanidade não poderia viver por muito tempo na adversidade nem poderia conhecer a alegria por muito tempo. Um homem bom apoia-se em sua humanidade, um homem sábio beneficia-se de sua humanidade".



4.3 O Mestre disse: "Somente um homem bom pode amar as pessoas e pode odiar as pessoas".



4.4 O Mestre disse: "A vontade de alcançar a humanidade não deixa lugar para o mal".



4.5 O Mestre disse: "Riqueza e posição é o que todo homem almeja; no entanto, se a única maneira de obtê-lo contraria seus princípios, ele deveria desistir de tal objetivo. Pobreza e obscuridade é o que todo homem detesta; no entanto, se a única maneira de escapar delas contraria seus princípios, ele deveria aceitar sua sina. Se um cavalheiro abandona a humanidade, como poderá construir um nome para si? Nunca, nem por um momento, um cavalheiro se afasta da humanidade; ele se agarra a ela em meio às provações, ele se agarra a ela em meio às tribulações".



4.6 O Mestre disse: "Jamais vi um homem que verdadeiramente amasse a bondade e odiasse o mal. Quem ama verdadeiramente a bondade nunca poria nada acima dela; quem odeia verdadeiramente o mal praticaria a bondade de tal forma que nenhum mal pudesse penetrar nele. Haverá alguém que tenha dedicado todas as suas forças à bondade durante um único dia? Ninguém nunca o fez e, no entanto, não foi por falta de forças - pode ser que haja pessoas que não tenham nem a pequena quantidade de força que isso exige, mas nunca conheci nenhuma".



4.7 O Mestre disse: "Tuas faltas te definem. É precisamente pelas tuas faltas que podemos conhecer tuas qualidades".



4.8 O Mestre disse: "De manhã escuta o Caminho; à noite, morre contente".



4.9 O Mestre disse: "Um erudito coloca seu coração no Caminho; se ele se envergonha de suas roupas surradas e de seu alimento modesto, ele não merece ser escutado".



4.10 O Mestre disse: "Nos assuntos do mundo, um cavalheiro não tem parti pris: ele assume o lado da justiça".



4.11 O Mestre disse: "Um cavalheiro busca a virtude; um homem pequeno busca terra. Um cavalheiro busca justiça; um homem pequeno busca vantagens".



4.12 O Mestre disse: "Quem age considerando apenas seus próprios interesses, desperta muito ressentimento".



4.13 O Mestre disse: "Se conseguimos governar o país observando o ritual e demonstrando deferência, nada mais há para ser dito. Se não conseguimos governar o país observando o ritual e demonstrando deferência, qual a utilidade do ritual?"



4.14 O Mestre disse: "Não te preocupes se não tens uma posição; preocupa-te caso não mereças uma posição. Não te preocupes se não fores famoso; preocupa-te caso não mereças ser famoso".



4.15 O Mestre disse: "Shen, minha doutrina é percorrida por um único fio". Mestre Zeng Shen respondeu: "De fato".
 

O Mestre saiu. Os outros discípulos perguntaram: "O que ele quis dizer?" Mestre Zeng disse: "A doutrina do Mestre é: lealdade e reciprocidade, e isto é tudo".



4.16 O Mestre disse: "Um cavalheiro considera o que é justo; um homem pequeno considera o que é vantajoso".



4.17 O Mestre disse: "Quando vires um homem de valor, procura equiparar-te a ele. Quando vires um homem sem valor, examina a ti mesmo".



4.18 O Mestre disse: "Ao servires teus pais, podes gentilmente discordar deles. Se perceberes que eles não aceitaram teu conselho, continua sendo respeitoso e não os contradigas. Não permitas que teus esforços se transformem em amargura".



4.19. O Mestre disse: "Enquanto teus pais estiverem vivos, não viajes para longe. Se tiveres de viajar, terás de deixar um endereço".



4.20 O Mestre disse: "Se três anos após a morte do pai, o filho não altera os modos do pai, ele é de fato um bom filho".



4.21 O Mestre disse: "Tem sempre em mente a idade de teus pais. Permite que este pensamento seja tanto uma alegria quanto uma preocupação".



4.22 O Mestre disse: "Os antigos relutavam em falar, temendo a vergonha caso seus feitos não equivalessem a suas palavras".



4.23 O Mestre disse: "O autocontrole raramente leva para o mau caminho".



4.24 O Mestre disse: "Um cavalheiro deveria ser lento no falar e pronto no agir".



4.25 O Mestre disse: "A virtude não é solitária; ela sempre tem vizinhos".



4.26 Ziyou disse: "A serviço do senhor, a intolerância traz desgraça; nas relações de amizade, a intolerância traz desavença".

Fonte : www.chines-classico.blogspot.com

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