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Budismo e Ciência

quarta-feira 25 de Agosto de 2010, por Nanny Obame

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Os físicos de partículas salientam o papel do observador na definição das coisas. Por exemplo, sob um certo ponto de vista, a luz é matéria; de outro ponto de vista, é energia. O tipo de fenômeno que a luz parece ser, depende de muitas variáveis; especialmente da estrutura conceitual que o investigator está usando para a analisar. Assim, os fenômenos não existem intrinsicamente como isto ou aquilo por si mesmos, não-relacionados à consciência que os percepciona.


O budismo afirma a mesma coisa: o “como as coisas existem” depende do observador e da estrutura conceitual com que a pessoa o considera. Por exemplo, se uma certa situação existe como um problema horrível ou como algo solúvel, isso depende do observador, da pessoa envolvida. Se alguém tiver a estrutura conceitual "esta é uma situação impossível e nada pode ser feito", então há realmente um problema difícil que não pode ser resolvido. Contudo, com a atitude mental "isto é complexo e complicado, mas se nós abordarmos isto de uma maneira diferente haverá uma solução", então essa pessoa estará muito mais aberta para tentar encontrar uma solução. O que é um problema enorme para uma pessoa, não é nada de especial para outra. Depende do observador, porque os nossos problemas não existem intrinsicamente como problemas monstruosos. Assim, a ciência e o budismo chegam à mesma conclusão: os fenômenos existem como isto ou aquilo dependendo do observador.

O Lama Santem fala sobre o debate e integração que se desenrolam entre a perspectiva budista sobre o conhecimento e a ciência experimental moderna.


De igual modo, tanto os neurologistas como os budistas mencionam o surgimento dependente do relacionamento das coisas. Por exemplo, quando os neurologistas examinam o cérebro, numa tentativa de descobrir o que origina as nossas decisões, descobrem que não há, distinto no cérebro, um "responsável por decisões". [Não há] nenhuma pequena pessoa chamada "eu" sentada dentro da cabeça, recebendo informações dos olhos, orelhas e assim por diante, como num monitor de computador, tomando decisões e clicando nas teclas de modo a que o braço faça isto e o pé faça aquilo. Em vez disso, as decisões são o resultado das complexas interações de uma enorme rede de impulsos nervosos e de processos químicos e elétricos. Juntos, produzem o resultado, uma decisão. Isto acontece sem lá haver nenhuma entidade distinta que é o fazedor da decisão. O budismo salienta a mesma coisa: não há nenhum "eu" permanente e sólido sentado nas nossas cabeças, tomando as nossas decisões. Convencionalmente, dizemos "eu estou experienciando isto, eu estou fazendo aquilo" mas, na verdade, o que acontece é o resultado de uma interação muito complexa de muitos fatores diversos. A ciência e o budismo estão muito próximos sobre esta matéria.


Fontes:berzinarchives
Youtube

 

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