É hora de paz
quarta-feira 18 de Agosto de 2010, por ,

E fez-se então, a hora da pazOs povos calaram-sesimultaneamenteE ouviram a voz das águasDas montanhas, da naturezaDos animais, e nada maisO ar soprou forteFazendo folhas rodopiarem
Ninguém agiu nem falouNinguém se moveuE então,A humanidade entrouNa imensidão do silêncioE vivenciouA mais perfeita pazNaquela hora
Nenhuma arma foi acionadaNenhuma máquina foi ligadaNenhuma agressão foi cometidaNenhuma sirene soouNenhum alarme disparouApenas funcionavaO que da vida cuidavaE, pela primeira vezA humanidade conheceu a paz
Minutos antes de terminarTodos estavam armadosCom uma pequena sementeQue ao soar o sinal programadoForam lançadas à terraEm todo o mundoA paz foi semeadaNa TerraE no coraçãoDe cada umO sábio que profetizou
A hora da pazProclamou à humanidade:"E uma nova linguagem há de virHá de vir para ficarQue traduz uniãoJustiça, igualdadeÉ a linguagem da pazSomos todos irmãosSomos todos iguaisSomos filhos da Terrado Sol, da Água, do ArSomos todos peregrinos
Por esta Terra a viajarEntrando para o novo milênioCom a mais intensa missãoA missão de promover a pazUma nova linguagemHá de virHá de vir para pacificarQue traduz a FéA esperança, o amorÉ a linguagem da pazQue será falada, sentida, cantadaDe norte a sul, de leste a oeste
Em todo planeta terrestreEcoará pelos confins da almaE se expandirá pelo imenso universoÉ a linguagem da pazQue todos conhecerãoQue virá de dentro de cada serPara promover a uniãoAté que um só povoUm povo multicorDe mãos dadas dançaráEntoando a mais bela cançãoTodos a uma só vozUnidosEm nome da PAZ
Poema anônimo com Preciosa Colaboração de Andreia Ferreira andreiaferreira@ieg.com.br





















