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Dhammapada IV - As Flores

quinta-feira 3 de Junho de 2010

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DHAMMAPADA

Capítulo Quatro - As Flores


44.

Quem vencerá esta terra? E quem vencerá a esfera de Yama, o deus da morte? E quem vencerá o mundo dos deuses felizes? E quem escolherá os passos do Caminho da Lei, assim como um jardineiro seleciona as melhores flores?

45.

O discípulo vencerá esta Terra. Também vencerá Yamaloka. E também a esfera dos deuses. O discípulo decide avançar pelo Caminho da Lei. Ele é o jardineiro hábil que seleciona as melhores flores.

46.

Sabendo que esse corpo é como espuma, sabendo que ele tem a substância de uma miragem, e quebrando as flechas floridas de Mara, o discípulo passa intocado pela morte.

47.

A morte carrega o ser humano cuja mente se dedica a colher as flores dos sentidos, assim como uma forte inundação carrega consigo uma aldeia adormecida.

48.

A morte domina o ser humano que está colhendo as flores dos sentidos, antes mesmo que ele possa estar saciado em seu prazer.

49.

A abelha reúne mel sem alterar o aroma ou a cor da flor. Assim deve um homem silencioso (Muni) viver sua vida.

50.

Não é nas ações indignas dos outros, nem nos pecados que eles cometem por ação ou por omissão, que o ser humano deve prestar atenção; mas sim nos seus próprios atos, por ação ou por omissão.

51.

Assim como uma flor cheia de cor mas sem fragrância, assim são as belas palavras que não produzem frutos na ação.


<br<52.

Mas, como uma bela flor cheia de cor e com fragrância, assim são as belas palavras cujos frutos são ações.

53.

Muitos tipos de grinaldas podem ser feitos a partir de uma pilha de flores. Muitas boas ações podem ser reunidas por um mortal nesta vida.

54.

O perfume das flores não viaja contra o vento – seja ele de tagara ou mallika, ou mesmo da árvore sândalo. Mas a fragrância dos bons se irradia mesmo contra o vento. A fragrância do ser humano bom permeia todos os seus caminhos.


55.

A fragrância da virtude é insuperável mesmo entre os perfumes de sândalo, de lótus, de tagara, de vassiki.

56.

É fraco o perfume de tagara ou sândalo. Mas a fragrância do virtuoso alcança até as alturas dos deuses.

57

Mara nunca encontra o caminho até aqueles que possuem real virtude, que são vigilantes, que foram libertados por um perfeito conhecimento.

58-59

A partir de uma pilha de lixo na beira da estrada, um lírio floresce, perfumado e agradável. A partir de uma massa de seres mortais e cegos, surge um discípulo do Verdadeiramente Sábio, brilhando com a glória incomparável da sua própria Sabedoria.

Fonte: www.filosofiaesoterica.com

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